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	<title>Criatividade Archives - Walter Mattos</title>
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		<title>O que alimenta sua criatividade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Walter Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2015 14:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algumas semanas estive refletindo sobre como é impressionante o fato de existirem diversos tipos de profissionais acompanhando meu trabalho como produtor de conteúdo de design. Até pouco tempo atrás me impressionava o fato de ter leitores especialistas em marketing, por exemplo. Apesar de eu não produzir nada intencionalmente voltado para marketing, existe de fato algum...  <a class="excerpt-read-more" href="https://waltermattos.com/site/artigos/o-que-alimenta-sua-criatividade/">Ler artigo</a></p>
<p>O post <a href="https://waltermattos.com/site/artigos/o-que-alimenta-sua-criatividade/">O que alimenta sua criatividade?</a> foi publicado originalmente em <a href="https://waltermattos.com/site">Walter Mattos</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="360" class="alignnone size-full wp-image-4017" src="https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2015/10/O_Que_Alimenta_Sua_Criatividade_Header.jpg" alt="O_Que_Alimenta_Sua_Criatividade_Header" srcset="https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2015/10/O_Que_Alimenta_Sua_Criatividade_Header.jpg 640w, https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2015/10/O_Que_Alimenta_Sua_Criatividade_Header-310x174.jpg 310w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" />
<p>Há algumas semanas estive refletindo sobre como é impressionante o fato de existirem diversos tipos de profissionais acompanhando meu trabalho como produtor de <strong>conteúdo de design</strong>.</p>
<p>Até pouco tempo atrás me impressionava o fato de ter leitores especialistas em marketing, por exemplo. Apesar de eu não produzir nada intencionalmente voltado para marketing, existe de fato algum tipo de relação – ou relacionamento entre a área e o design. Mas e se eu disser que existem enfermeiros, advogados e matemáticos lendo meu blog, você acredita?</p>
<p>Esta semana a mãe de um jovem inscrito no meu canal fez questão de deixar um depoimento elogiando meu trabalho. O curioso é que a mãe não é designer e o jovem inscrito, ainda adolescente, sequer sabe a profissão que irá seguir.</p>
<p>Foi então que, durante uma conversa com minha esposa, levantei essa reflexão e ela me deu uma resposta bem simples: “Por que essa reflexão toda se você mesmo outro dia ficou horas assistindo vídeos de um marceneiro? Você por acaso é marceneiro?”</p>
<p>Quando pensamos em nos tornar mais criativos normalmente nos limitamos em buscar referências dentro da nossa própria área de atuação. A conclusão óbvia é que, na verdade, nosso “eu profissional” é uma soma de tudo que absorvemos, inclusive de outras profissões.</p>
<p>Conhecimento é como uma herança genética. São códigos que se misturam, se multiplicam e formam tudo que você é. Todos somos plurais, não singulares.</p>
<p>Claro que não sou um marceneiro, mas isso também não significa que eu não possa aplicar pelo menos um pouco do que aprendi sobre isso no meu dia a dia como designer ou mesmo como pessoa. Quanto mais você observa, estuda e analisa, mais criativo se torna independentemente da sua área de atuação.</p>
<p>É exatamente isso que acontece com os leitores e inscritos no meu canal que não são designers. Eles não precisam ser, precisam apenas absorver e transformar essa informação em algo útil para suas vidas.</p>
<p>Por isso, quando sentir que a inspiração se foi fique tranquilo. Tente se desligar um pouco do design e busque aquela pitada de marceneiro, músico ou o cientista que existe em você. “Eles” certamente ajudarão a estimular sua criatividade.</p>
<p>Um abraço e até a próxima.</p>
<h3>Curiosidade</h3>
<p>Os vídeos que assisti durante horas e continuo acompanhando até hoje são do canal <a href="https://www.youtube.com/user/iliketomakestuffcom" target="_blank">I Like to Make Stuff</a>, do Bob Clagett. Neste canal você encontrará vários vídeos no estilo DIY (do it yourself).</p>
<h3>Crédito</h3>
<p>Imagem da capa: <a href="http://www.shutterstock.com/pic-271173740/stock-photo-laptop-on-a-work-table-with-diy-and-construction-tools-all-around-top-view-hobby-and-crafts.html?src=9UxPr1NYDpsUDU0kDrQBKQ-1-16" target="_blank">(Shutterstock) Laptop in a working table with DIY and construction tools</a></p>
<p>&#8212;</p>
<p>O post <a href="https://waltermattos.com/site/artigos/o-que-alimenta-sua-criatividade/">O que alimenta sua criatividade?</a> foi publicado originalmente em <a href="https://waltermattos.com/site">Walter Mattos</a>.</p>
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		<title>Paul Jarvis: O que você faz quando os trolls vêm marchando?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Walter Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2014 14:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo domingo acordo lendo a Newsletter do designer Paul Jarvis, que com o passar do tempo se tornou um dos meus autores favoritos. Não por eu concordar com tudo que ele diz, pois nem sempre concordo, mas por ver muita verdade e paixão no que ele fala – e na maioria das vezes com muita...  <a class="excerpt-read-more" href="https://waltermattos.com/site/artigos/paul-jarvis-o-que-voce-faz-quando-os-trolls-vem-marchando/">Ler artigo</a></p>
<p>O post <a href="https://waltermattos.com/site/artigos/paul-jarvis-o-que-voce-faz-quando-os-trolls-vem-marchando/">Paul Jarvis: O que você faz quando os trolls vêm marchando?</a> foi publicado originalmente em <a href="https://waltermattos.com/site">Walter Mattos</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img decoding="async" width="640" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2214" src="https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2014/08/trad_Paul_Jarvis_O_Que_Fazer_Quando_Trolls_Marcham_Header.png" alt="trad_Paul_Jarvis_O_Que_Fazer_Quando_Trolls_Marcham_Header" srcset="https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2014/08/trad_Paul_Jarvis_O_Que_Fazer_Quando_Trolls_Marcham_Header.png 640w, https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2014/08/trad_Paul_Jarvis_O_Que_Fazer_Quando_Trolls_Marcham_Header-310x145.png 310w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" />
<p>Todo domingo acordo lendo a Newsletter do designer <a title="Paul Jarvis - Twitter" href="https://twitter.com/pjrvs">Paul Jarvis</a>, que com o passar do tempo se tornou um dos meus autores favoritos. Não por eu concordar com tudo que ele diz, pois nem sempre concordo, mas por ver muita verdade e paixão no que ele fala – e na maioria das vezes com muita coerência.</p>
<p>O artigo de hoje é mais um para a categoria <a title="Walter Mattos - Traduções" href="https://waltermattos.com/traducoes/" target="_blank">Traduções</a> deste Blog, e fala justamente sobre o fato de que algumas pessoas, por não concordarem com o que o você diz ou apresenta, fazem questão de não somente te dizer, como dizer ao mundo.</p>
<p>O mais engraçado é que eu estou em uma fase de reflexão sobre isso, e já há algum tempo, então este artigo chegou no momento certo. Mas deixo essa parte para o final, quando fizer minhas observações.</p>
<h4><strong>Você pode ler o artigo original em inglês se preferir: </strong><a title="Paul Jarvis: What do you do when the trolls come marching in?" href="https://pjrvs.com/a/trolls" target="_blank">What to do when the trolls come marching?</a></h4>
<address>* Segundo a <a title="Troll - Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Troll_(internet)" target="_blank">Wikipedia</a>, um troll, na gíria da internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas.</address>
<h2>Segue a tradução</h2>
<p>Já fui chamado de spammer, hacker, link-baiter (<em>uma espécie de pessoa que faz de tudo para ter seu conteúdo redirecionado</em>), egocêntrico, idiota desrespeitoso e um pseudo escritor que seria mais bem sucedido se parasse de escrever.</p>
<p>E isso foi apenas semana passada. Sério.</p>
<p>Na semana anterior eu recebi um feedback de um leitor que disse que queria vir na minha casa e me dar um soco por ter escrito meu último livro.</p>
<p>Eu não estou te dizendo isso por simpatia, para chocá-lo ou assustá-lo; Estou apenas dizendo o que pode acontecer quando o seu trabalho atinge outras pessoas, mesmo que não sejam muitas. Eles podem odiar seu trabalho. E podem odiar o suficiente para odiá-lo também só por fazê-lo. Eles podem odiar tanto que sentem necessidade de te dizer, e depois espalhar para outros.</p>
<p>E assim funciona a internet.</p>
<p>Qualquer pessoa com uma opinião pode espalhá-la publicamente nas redes sociais, nos comentários, nos seus próprios sites, ou privadamente por e-mail ou telefone. Recebo tudo isso com certa frequência.</p>
<p>E não sou apenas eu, isso acontece com qualquer um que tenha criado qualquer coisa e compartilhado com outros.</p>
<p>John Nolan, o cara que criou o Ghost (uma plataforma de blog), arrecadou $300 mil para construir sua plataforma de código aberto através de uma campanha Kickstarter maluca e bem sucedida, e muita mídia e eventos nerds. Sua ideia foi do zero a um grande negócio muito rapidamente.</p>
<p>No dia do lançamento alguém twittou “@JohnONolan &#8211; $300,000 e ainda assim Ghost é uma m*. Como se sente em relação a isso?”</p>
<p>Como ele deveria se sentir? Algo que ele deu a vida para construir nos últimos 18 meses foi publicamente e sumariamente desvalorizado por um troll que provavelmente não gastou um centavo e nunca usou a ferramenta.</p>
<p>O problema é que, quanto mais o trabalho de alguém aparece, mais fácil é para criticá-lo. A mira de um troll não precisa ser tão boa quando o alvo é alguém que está no centro das atenções.</p>
<p>O pior é que levamos essas pessoas em um pedestal quando fazem algo de si mesmas. Se falam ativamente, respondem de forma pouco diplomática ou apenas se defendem, parece ser algo ruim. Como se estivessem atacando alguém em posição de desvantagem (mas que as atacou primeiro). Vi acontecer com outros e já fui chamado atenção por fazer o mesmo.</p>
<p>Percepção é algo muito esquisito, especialmente online. Tento ser honesto em como me pronuncio por aí, e estou tranquilo com o meu eu público (às vezes falho e nervoso). Mas sustento aquilo que acredito.</p>
<p>Aliás, aqui está o que eu nunca farei: não vou deixar as críticas ou meu próprio medo das críticas afetarem meu trabalho. Isso foi um divisor de águas para mim, quando descobri que medo e ação podem andar juntos. Isso me permitiu experimentar publicamente formas de como expor meu trabalho para o mundo. Isso me levou a algumas batalhas verbais, erros embaraçosos e absolutamente zero arrependimento.</p>
<div class="testimonial"><div class="inner"><h3>Theodore Roosevelt</h3><div class="content"><p><em>“Não é o crítico que importa, nem aquele que mostra como o homem forte tropeça, ou onde o realizador das proezas poderia ter feito melhor. Todo o crédito pertence ao homem que está de fato na arena; cuja face está arruinada pela poeira e pelo suor e pelo sangue; aquele que luta com valentia; aquele que erra e tenta de novo e de novo; aquele que conhece o grande entusiasmo, a grande devoção e se consome em uma causa justa; aquele que ao menos conhece, ao fim, o triunfo de sua realização, e aquele que na pior das hipóteses, se falhar, ao menos falhará agindo excepcionalmente, de modo que seu lugar não seja nunca junto àquelas almas frias e tímidas que não conhecem nem vitória nem derrota.”</em></p>
</div><div class="clear"></div><div class="client"><span class="name">THEODORE ROOSEVELT</span><span class="company">(1910) VIA BRENÉ BROWN | Versão em português via Pensador.uol.com</span></div></div></div>
<p>Progredir como profissional criativo é impossível se deixamos nosso medo ditar nossas ações ou nossa arte. É por isso que Seth Godin não permite comentários no seu site. Devemos nos preocupar mais em deixar nosso trabalho ser uma representação honesta de nós mesmo, e depois torcer para que isso não ofenda ninguém.</p>
<p>Nós compartilhamos nossa criatividade porque sabemos que apesar de corrermos o risco de críticas, ódio e julgamento, existe também a possibilidade de conectar, mudar, e mais importante, ajudar.</p>
<p>Eu não preciso salvar e-mails de ódio, de acusações ou e-mails negativos pois me lembro de cada um deles, mesmo que eu tenha lido apenas uma vez. Mas eu salvo e-mails de qualquer um que me diga que meus textos causaram um impacto positivo – por menor que seja – para suas vidas ou sua arte. Preciso me lembrar destes e-mails de tempos em tempos.</p>
<p>Hoje mesmo (“timing” perfeito, né?) recebi um e-mail de uma consultora de abuso de substâncias perguntando se ela podia compartilhar um artigo meu para as pessoas do seu grupo de recuperação. Já me disseram que este mesmo artigo não acrescentou em nada, e que foi um desperdício de palavras. Foi um artigo sobre negócios, mas ela disse que tinha muita relação com o grupo, pois podia ajudá-los a entender quão importante é o compromisso de dar sua palavra. Ganhei meu dia. E-mail = salvo.</p>
<p>Se permitirmos que uma única pessoa nos faça mudar de ideia em relação a compartilhar nossa arte, nosso trabalho, nossa voz – eles vencem. Não curto trolls vencendo. Eles podem ter seus caminhos, mas não nossa criatividade.<strong> </strong></p>
<h2>Minha opinião sobre o artigo</h2>
<p>Nas semanas anteriores ao artigo do Jarvis uma série de acontecimentos me fizeram refletir sobre essa questão, de como o que você faz na internet tem o poder de afetar as pessoas, positiva ou negativamente.</p>
<p>Na mesma semana, recebi pela primeira vez, várias respostas à minha Newsletter. Felizmente, todas as respostas vieram em forma de agradecimento ou incentivo sobre o conteúdo, mas sei que é inevitável que de uma hora para outra eu comece a receber críticas com a intenção inversa, de me colocar para baixo. Basta que minha voz seja ouvida por mais pessoas.</p>
<p>Não que seja um problema discordarem do que eu falo, aliás, eu espero que discordem, pois contanto que haja respeito na discussão a discórdia muitas vezes reflete em aprendizado. Eu mesmo já tive um comentário de um leitor em um grupo do Facebook falando para as pessoas “não darem ideia para um maluco (eu) que só queria se promover e ganhar dinheiro”. E realmente, como o Jarvis falou, as críticas negativas a gente não esquece. Para a minha felicidade, depois de duas ou três respostas de cada um, essa mesma pessoa explicou que a intenção dela não era causar nenhum constrangimento, e hoje é um cara que lê e comenta os meus artigos sem nenhum tipo de agressão verbal.</p>
<p>Ou seja, é possível reverter o quadro. E a verdade é que quando expomos uma opinião ou um trabalho na internet, abrimos espaço para que as pessoas digam o que elas acham. Por isso, ao contrário do que o Jarvis mencionou, eu acho justo manter espaço para comentários no meu Blog. Acho interessante buscar opiniões em grupos no Facebook, no Twitter, ou onde quer que seja – mas sempre ciente de que podem haver represálias.</p>
<p>Por isso é muito importante tomar cuidado com o que diz. Conhecem aquele ditado “quem fala o que quer ouve o que não quer”? É bem por aí.</p>
<p>Por isso, antes de expor sua voz pelo mundo, seja com seu trabalho ou opinião, tente mostrar para dois ou três amigos antes. Eles te dirão se você está no caminho certo, e caso eles não pensem como você, pelo menos dirão isso sem agredí-lo.</p>
<p>Recentemente falei para um amigo, designer, que ele poderia ter um Blog. O cara é realmente muito bom, e eu certamente seria um leitor recorrente do seu Blog. A resposta que ele me deu foi: “Eu não, tenho medo dos haters (o mesmo que trolls)”.</p>
<p>Se tem uma coisa que concordo muito neste artigo é sobre a importância que um feedback positivo tem. Isso porque muitas vezes transmitimos uma ideia com a intenção de prevenir as pessoas de passarem pelos problemas que passamos. E por menor que seja essa ideia, ela pode sim afetar muitas pessoas e de forma muito positiva. Eu mesmo às vezes não acredito nos feedbacks que recebo. A vontade que dá é de salvar tudo realmente, e olhar todos os dias.</p>
<p>Não importa quantas pessoas tentam te colocar para baixo. Se alguém tentar te colocar para baixo, tente colocar essa pessoa para cima!</p>
<p>Espero que tenha gostado deste artigo. Se tiver alguma opinião sobre o assunto, compartilha aí. Não vou ficar chateado se não concordar.</p>
<p>Um abraço e até o próximo artigo.</p>
<h5>CRÉDITO</h5>
<p>Ilustração original da capa por <a title="John Bauer 1915 - Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Troll#mediaviewer/Ficheiro:John_Bauer_1915.jpg" target="_blank">Wikipedia</a></p>
<p>&#8212;</p>
<p>O post <a href="https://waltermattos.com/site/artigos/paul-jarvis-o-que-voce-faz-quando-os-trolls-vem-marchando/">Paul Jarvis: O que você faz quando os trolls vêm marchando?</a> foi publicado originalmente em <a href="https://waltermattos.com/site">Walter Mattos</a>.</p>
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		<title>10 dicas para se tornar um designer mais criativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Walter Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2014 01:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último domingo eu estava escrevendo um artigo completamente diferente deste que você está lendo. Na verdade, meu final de semana foi tão tenso que estava sem criatividade para nada. Depois de dar um tempo, descansar e realizar outras tarefas, percebi que aquele artigo havia esfriado na minha cabeça. Eu precisava de um novo tema. Me...  <a class="excerpt-read-more" href="https://waltermattos.com/site/dicas/10-dicas-para-se-tornar-um-designer-mais-criativo/">Ler artigo</a></p>
<p>O post <a href="https://waltermattos.com/site/dicas/10-dicas-para-se-tornar-um-designer-mais-criativo/">10 dicas para se tornar um designer mais criativo</a> foi publicado originalmente em <a href="https://waltermattos.com/site">Walter Mattos</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img decoding="async" width="640" height="300" class="alignnone size-full wp-image-1666" src="https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2014/06/15_Dicas_Criatividade_640.png" alt="15_Dicas_Criatividade_640" srcset="https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2014/06/15_Dicas_Criatividade_640.png 640w, https://waltermattos.com/site/wp-content/uploads/2014/06/15_Dicas_Criatividade_640-310x145.png 310w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" />
<p>No último domingo eu estava escrevendo um artigo completamente diferente deste que você está lendo. Na verdade, meu final de semana foi tão tenso que estava sem criatividade para nada.</p>
<p>Depois de dar um tempo, descansar e realizar outras tarefas, percebi que aquele artigo havia esfriado na minha cabeça. Eu precisava de um novo tema. Me desafiei então a falar sobre criatividade &#8211; justamente aquilo que me faltava no momento.</p>
<p>Hoje é terça-feira, 20:38, e vou tentar te dar dicas para se tornar um designer mais criativo.</p>
<h2>1 – Desafie a si próprio</h2>
<p>Assim como eu me desafiei a buscar um novo tema, você precisa se desafiar durante seus projetos.</p>
<p>Se você terminou um projeto com aquele pensamento de que poderia ter sido melhor, é porque poderia. Se você tiver prazo, arrisque-se. A única coisa que te impede de conseguir é não tentar. Na pior das hipóteses você já tem uma ideia pronta que pode ser refinada aos poucos. O importante é que no final você tenha certeza que deu o seu melhor.</p>
<h2>2 – Trabalhe com moderação</h2>
<p>Você está sempre sujeito a uma crise de criatividade. Por isso reforço a importância de ter prazo, pois somente assim você terá tempo para se desligar um pouco dos projetos e entrar no modo de encubação. Mesmo “desligado” seu cérebro continua trabalhando para solucionar seu problema.</p>
<p>Muitas vezes a solução aparece quando você está praticando outras atividades, então é bom reservar um tempo para elas – e estar preparado para anotar quando as ideias surgirem.</p>
<h2>3 – Estude suas referências</h2>
<p>Você gostou muito do projeto que acabou de ver? Sabe quem é o designer que o fez e quais conceitos ele usou neste projeto? Pesquise sobre ele. Veja se ele tem um Blog ou escreveu um livro. Na maioria das vezes este tipo de pesquisa te levará a outras referências.</p>
<p>Ao estudar várias referências você reduz as chances de fazer algo igual ao que já existe. Mas é muito importante você entender que para inovar precisa combinar seus conhecimentos, e não copiar.</p>
<p>Se você fala inglês e ainda não conhece o trabalho do cineasta Kirby Ferguson, vale a pena dar uma conferida no site<a title="Everything is a remix" href="http://everythingisaremix.info/" target="_blank"> Everything is a Remix</a>. Ele mostra, através de exemplos bem interessantes, como uma ideia “original” pode ser apenas uma evolução de ideias anteriores.</p>
<h2>4 – Leia sobre o que te interessa e se interesse por coisas novas</h2>
<p>Criar o hábito de ler é essencial. Leia sobre coisas relacionadas ao que você faz ou não. Já falei isso anteriormente mas vale repetir. As técnicas que desenvolvi para construir minhas marcas, por exemplo, nasceram através de estudos sobre projetos editoriais.</p>
<p>Além de estudos técnicos, um dos livros que mais ampliou minha mente para criar meus métodos se chama &#8220;Razão Áurea&#8221;, do autor Mario Livio. Um livro de matemática.</p>
<h2>5 – Aprenda outro idioma</h2>
<p>O fato de saber mais de um idioma te permite ampliar os limites dos seus estudos. Além disso, você aprimora seu vocabulário no próprio português.</p>
<p>Muitas vezes esqueço uma palavra em português mas lembro da palavra em inglês. Quase automaticamente lembro da palavra em português por associação.</p>
<h2>6 – Estude as ferramentas que usa para trabalhar</h2>
<p>Caso você seja um designer que utiliza muito o Adobe Illustrator, por exemplo, estude o programa. Você não precisa ter um certificado de mestre da Adobe, mas não se limite a conhecer apenas o básico. Conseguir executar uma tarefa é ótimo, mas conseguir executar a mesma tarefa de formas diferentes é melhor ainda. Quanto mais conhecimento da ferramenta você tem, mais criativo e rápido você é.</p>
<p>Se interessar <a title="Walter Mattos - Youtube" href="https://www.youtube.com/WalterMattosVideos" target="_blank">visite meu canal no Youtube</a> para ver meus tutoriais.</p>
<h2>7 – Use papel e lápis</h2>
<p>Mesmo enquanto estou aqui digitando tenho na minha frente um caderno onde escrevo as ideias para este artigo. O fato de escrever ao invés de digitar me permite raciocinar de forma menos linear e mais criativa, digamos. Posso fazer relações entre algo que acabei de escrever com outra coisa escrita anteriormente, e a partir daí criar uma ideia completamente nova.</p>
<p>Faça isso enquanto estiver trabalhando em seu brainstorm, seu mapa mental ou seu rascunho. Utilize o papel e verá como as ideias surgem de forma mais espontânea e natural. Só não vá fazer como eu, que por três vezes apertei “Ctrl+Z” no teclado tentando corrigir um erro feito no papel.</p>
<h2>8 – Evite o óbvio</h2>
<p>Você precisa fazer uma marca para um salão de beleza. Qual é a melhor solução para um possível símbolo? Uma tesoura, claro&#8230; <strong>que não!</strong> Não que seja um problema utilizar uma tesoura como símbolo, e você pode sim começar partindo desta ideia.</p>
<p>Mas que tal ao invés de focar na tesoura, buscar valores, adjetivos, qualidades e defeitos que partam da palavra “tesoura” e de todas as outras palavras-chave sugeridas no briefing? Pode ser que no final você decida não ter um símbolo, ter um símbolo completamente abstrato ou, quem sabe, ter realmente uma tesoura. O importante é se permitir viajar o mais longe possível antes de definir sua ideia final.</p>
<h2>9 – Não execute uma tarefa sem antes refletir</h2>
<p>Suponha que o cliente pediu para você criar o layout de um panfleto que será distribuído para senhoras em um asilo. Ele te entrega uma massa enorme de texto e pede para que você reduza ao máximo o tamanho das letras para que o conteúdo caiba. Sabendo que o público é composto por senhoras, você não vai fazer isso, vai? Provavelmente estas senhoras teriam problemas para ler as letrinhas miúdas.</p>
<p>Numa dessas vocês podem chegar juntos à conclusão de que talvez o panfleto não seja a melhor solução para o problema do cliente, ou das senhoras.</p>
<h2>10 – Estude sobre o negócio do seu cliente</h2>
<p>Não pesquise apenas por referências visuais. Entenda o negócio do seu cliente o máximo puder. Se for criar uma marca para uma padaria, por exemplo, pesquise onde surgiu a primeira padaria, quem inventou o pão e por que o pão se tornou um item presente em praticamente todas as casas do mundo.</p>
<p>Essa é a parte mais legal da nossa profissão. Poder se aprofundar um pouco mais em coisas que provavelmente não daríamos importância. Então aproveite e vá fundo!</p>
<h1>BÔNUS</h1>
<p>O humor influencia diretamente na minha criatividade. Como você leu no início deste artigo, domingo eu não estava com cabeça para escrever. Me faltava humor, e consequentemente inspiração e vontade.</p>
<p>Por isso, estar de bom humor é primordial. Sempre tento aproveitar minha qualidade de “palhaço” a favor dos meus projetos. Quando estou definindo um conceito, por exemplo, crio rimas engraçadas (ou não) com as palavras que estou escrevendo. Às vezes um raciocínio inicialmente bobo, despretensioso, te leva a solução perfeita.</p>
<p>O humorista Murilo Gun explora muito bem este tema, juntamente com outros citados anteriormente. Se você não acompanha o canal dele, vale a pena ver estes dois vídeos:</p>
<p><a title="Sete dicas para melhorar a criatividade - Murilo Gun" href="https://www.youtube.com/watch?v=hGSrEzzEzGw" target="_blank">Sete dicas para melhorar a criatividade – Murilo Gun</a><br />
<a title="3 usos práticos para o humor - Murilo Gun" href="https://www.youtube.com/watch?v=qbXw-V7wQvQ&amp;feature=youtu.be" target="_blank">3 usos práticos para o humor – Murilo Gun</a></p>
<p>Hoje é quarta-feira, 21:54, e depois de muitas pausas, outras tarefas e momentos de descontração, estas são as dicas que deixo para você se tornar um designer mais criativo. Elas não possuem nenhuma base científica, mas representam fielmente meu dia-a-dia como profissional.</p>
<p>Quer contribuir com suas próprias experiências? Manda ver aí nos comentários.</p>
<p>Um abraço.</p>
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<h5>Créditos</h5>
<address><strong>Imagem por</strong> <a title="Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Plasma_globe" target="_blank">Wikipedia</a></address>
<p>&#8212;</p>
<p>O post <a href="https://waltermattos.com/site/dicas/10-dicas-para-se-tornar-um-designer-mais-criativo/">10 dicas para se tornar um designer mais criativo</a> foi publicado originalmente em <a href="https://waltermattos.com/site">Walter Mattos</a>.</p>
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